Ninja Gaiden II: The Dark Sword of Chaos é a sequência direta do clássico Ninja Gaiden e foi lançado para o Famicom (NES) em abril de 1990 no Japão.
A Tecmo aprimorou a fórmula do primeiro jogo, mantendo a alta dificuldade e as famosas cutscenes que avançavam a história, mas introduzindo novas mecânicas para tornar o combate mais dinâmico.
Embora o núcleo da jogabilidade de plataforma e ação permaneça o mesmo, a sequência adicionou recursos importantes que se tornaram a marca registrada do jogo:
Esta é a inovação mais significativa. Ao pegar um power-up específico, Ryu podia criar até dois clones sombrios de si mesmo.
Combate Aprimorado: Esses clones imitavam os movimentos de Ryu, incluindo ataques de espada e o uso de armas Ninjutsu. Isso aumentava drasticamente o poder de ataque do jogador, tornando as lutas contra chefes e hordas de inimigos muito mais rápidas e emocionantes.
Gestão de Recursos: A introdução do clone forçava o jogador a decidir entre usar o clone (para dano massivo) ou uma arma Ninjutsu mais estratégica, dependendo da situação.
No primeiro jogo, Ryu podia se segurar e deslizar pelas paredes. Em Ninja Gaiden II, ele ganha a habilidade de escalar as paredes para cima e para baixo sem deslizar, o que deu aos desenvolvedores mais liberdade para criar fases mais verticais e complexas.
O jogo utilizou alguns dos truques de hardware mais impressionantes do NES para criar atmosferas únicas:
Fase na Tempestade: Uma fase é jogada sob a luz intermitente de relâmpagos, onde a visibilidade é cortada brevemente no escuro.
Fase de Vento/Água: Em certos estágios, ventos fortes ou a correnteza da água empurram Ryu horizontalmente, complicando os saltos de plataforma e o combate.
Enredo: A história se passa um ano após o primeiro jogo. Ryu é levado a combater um novo vilão, o imperador maligno Ashtar, que planeja dominar o mundo abrindo o Portão da Escuridão usando a Espada Sombria do Caos. Mais uma vez, sua aliada Irene Lew é sequestrada.
Continuação do Desafio: Embora a inclusão dos